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24/05/2026

leituras

 "Hemingway por ele próprio", G.-A. Astre; trad. João Gaspar Simões

"Acreditar nas feras", Nastassja Martin

Em tempos idos muito longe do agora,  os vínculos entre  humanos e entre humanos e  outras  naturezas animais, suas linguagens e seus símbolos, eram tremendamente fortes. Hoje, alguns povos ainda vivem essa experiência de comunicação  permanecendo conectados. Neste livro, uma  antropóloga escreve sobre a sua longa experiência numa muito remota Sibéria. 

:31 "Quando estão a tomar o chá a meio da tarde, Ivan cai de costas e perde os sentidos (...)Aconteceu qualquer coisa à Nastia, diz."

:33"escrevo porque estou profundamente  afetada

:40 Ni nado plakat Nastia ( Não chores, Nastia)

:91 "No fundo das florestas geladas, não "encontramos" respostas: aprendemos antes de mais a suspender o raciocínio e a deixar-nos levar pelo ritmo, o ritmo da vida que se organiza para que permaneçamos vivos numa floresta no inverno."




12/05/2026

leitura obrigatória

 "O Adeus às Armas" , Ernest Hemingway 

(n. 1899)

Um dos mestres da escrita transparente (escreve este livro ainda sem ter completado os 30 anos!). Fácil de ler e compreender, sem mensagens ocultas, sem segundos sentidos, livre, eficaz, atual. 

Primeira guerra mundial, em Itália, um condutor de ambulância que gosta de beber, uma bonita enfermeira inglesa. Um diário de guerra (do autor) transformado em romance. 

As descrições poéticas da paisagem são sempre momentos de contemplação e reflexão que acompanham a narração:


"(...) para lá da planície as montanhas erguiam-se escuras e nuas."

"A floresta de carvalhos na montanha para lá da cidade desaparecera".

"Avistámos a cidade sob um manto de névoa que ocultava as montanhas."



18/04/2023

Leituras

Valter Hugo Mãe, "As mais belas coisas do mundo"

Ernest Hemingway, "Por quem os sinos dobram"

Carlos Costa, " Cratera"

Luís Sepúlveda, "História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar"

José Eduardo Agualusa, "Um estranho em Goa"