01/06/11

ORLANDO: A BIOGRAPHY, 1928

"Escrevemos, não com as mãos, mas com toda a nossa pessoa. O nervo que guia a pena enlaça cada fibra do nosso ser, atravessa o coração, trespassa o fígado. " (p. 179)
"(...) Duas coisas apenas lhe restavam em que tinha ainda alguma confiança: os cães e a natureza; um cão-esquimó e uma roseira (...)":74
"Mais vale morrer desconhecido e deixar atrás de si um arco, uma estufa, um muro rente ao qual amadureçam pêssegos, do que arder como um meteoro, sem deixar rasto":81
"Não há no peito do homem paixão mais forte que o desejo de levar os outros a crer no que ele crê. Nada tem tamanho poder de cortar pela raíz a sua felicidade e de o enraivecer que a noção de que outros têm em baixa conta o que ele mais preza.":112

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